Mulher submetida a 36 anos de trabalho escravo pede para voltar à casa de antigos patrões; MPT apura falhas da prefeitura do Recife
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Fonte: g1
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Local onde doméstica foi resgatada após 36 anos em situação análoga à escravidão
MPT/Divulgação
Uma mulher resgatada de condições análogas à escravidão no Recife pediu para voltar à casa dos antigos patrões, que há 36 anos a mantinham sem salário e em situações degradantes. Segundo o Ministério Público do Trabalho (MPT), a trabalhadora procurou o órgão e disse se sentir sozinha após o resgate, e afirmou que o atendimento socioassistencial da prefeitura do Recife havia cessado.
Diante disso, o MPT informou que abriu uma investigação diante da "precariedade da política pública municipal de atendimento às vítimas de trabalho escravo". A prefeitura alega que cumpriu "os limites institucionais e legais de competência da política pública de assistência social" e que "não possui competência investigativa ou fiscalizatória" (veja mais abaixo).
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A mulher, que não teve o nome divulgado, tem 54 anos e foi resgatada no dia 7 de novembro de 2025, numa casa n
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