Coco de roda: entenda tradição que resiste em aldeias, quilombos e periferias da Paraíba
Fonte: g1
Ver original →
Coco de roda em Itabaiana, na Paraíba, em 1938
Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade/Reprodução/Acervo CCSP
O Dia Nacional do Coco de Roda, da Ciranda e da Mazurca é comemorado neste domingo (26). Na Paraíba, o ritmo de raízes africanas ganhou também influências indígenas e se tornou tradição em periferias, territórios indígenas e comunidades tradicionais.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp
A escolha da data está diretamente ligada ao dia de Nossa Senhora Santana. O pesquisador, brincante e produtor cultural Zé Silva explica que, tradicionalmente, muitos grupos só brincavam o coco nessa ocasião.
“O dia 26 de julho era o dia de Nossa Senhora Santana, e muitos grupos só brincavam nessa data. Em alguns lugares ainda resiste a brincadeira de Nossa Senhora Santana, como, por exemplo, em Baía da Traição, na Aldeia Laranjeiras, onde Nossa Senhora Santana é a padroeira, e também no assentamento Dona Antônia, no Conde”, explicou.
Dos quilombos ao terreiro
No
← Voltar às notícias